Este final de semana foi de nostalgia. É que grande parte das nossas fotografias de infância, minha e do meu irmão, foram registradas em slides, aquele diapositivo criado sobre uma base transparente e montado numa moldura para possibilitar sua projeção numa tela ou na parede, muito comum nos anos 70 e 80. Recentemente meu pai comprou um conversor simples que transforma estes slides em arquivos digitais. Desenterramos assim, em poucas horas, boa parte da nossa história que estava ali, tão perto e tão pouco acessível. Anos e mais anos registrados em algumas centenas de slides. Uma delícia.
Recordar é viver!
Recordar é viver!



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